agenda | smartini

31 08 2007

Concertos


01 Setembro Barco Rock Fest 07 – Barco (Guimarães) ( c/ slimmy | mantra | delta works | cratera | under_score )

26 Setembro Fnac Sta. Catarina – Porto
26 Setembro Fnac Gaiashopping – Gaia
27 Setembro Fnac Norteshopping – Matosinhos
04 Outubro Fnac Coimbra
20 Outubro SHEborense – Évora

Os smartini actuam este sábado no Barco Rock Fest 07. Este Festival vai na sua 2ª edição e conta este ano com nomes como Monstro Mau, Sizo, Smartini, Slimmy entre outros. A banda continua a mostrar o seu albúm de estreia ” sugar train” lançado no passado mês de Abril.

sugar train
nas lojas
Distribuição /
Compact Records
MP3 + Info + Comprar / smartini.org





moe’s implosion | novo ep

31 08 2007


Está a chegar, “Morning Wood“, o novo EP da banda vai estar disponível para audição no myspace da banda a partir do dia 2 de Setembro. O EP vai ter cinco músicas, os nomes já foram anunciados.

1. Morning Wood (Intro)
2. Fat Phony Chicks
3. Funky Bees And Funky Things
4. Something For All You Misters
5. Be Quick





blitz #15 | hoje nas bancas

31 08 2007


De banda punk enjeitada a dominadora de multidões, a história da ascensão dos Police ao topo do mundo, vista pelos seus protagonistas. Sting, Andy Summers e Stewart Copeland em fogo cruzado, a discorrer sobre todas as porradas e sacanices do passado, ao longo de 14 páginas imperdíveis. E agora que quase todas as mágoas foram deixadas para trás, os Police regressam a Portugal, vinte e sete anos depois. Zé Pedro, guitarrista dos Xutos & Pontapés, esteve no Estádio do Restelo, em 1980, e conta como foi.

Há mais razões para não perder a edição de Setembro da BLITZ. A BLITZ e o iTunes oferecem-lhe 4 downloads de músicas de Frank Black (um tema exclusivo não disponível em CD), The Pipettes, Sam The Kid e Peter Bjorn and John (esses mesmos, os autores da música do assobio). Basta para isso seguir as instruções contidas na página 24 e descarregar a seu bel-prazer.

A louca história dos Sex Pistols e do álbum punk por excelência – Never Mind The Bollocks – é recordada pelos seus actores principais. 30 anos depois, é uma aventura que só lida. O caos e a anarquia são apenas uma face da moeda.

Em 1987, os Smiths diziam adeus. Fechava-se também o capítulo do indie britânico dos anos 80. Vinte anos depois, passamos em revista as cenas de um «casamento» que muitos julgavam perfeito, a partir do momento em que tudo começou a correr mal entre Johnny Marr e Morrissey. Provavelmente o artigo mais esclarecedor sobre as razões do divórcio dos autores de «There Is a Light That Never Goes Out».

No mesmo ano, os Delfins lançavam o seu primeiro álbum. A banda de Cascais ainda está no activo, tem disco novo nas lojas (Delfins , apenas) e está aí para o que der e vier. Miguel Ângelo fala das glórias e fracassos do passado.

Verdadeiro homem do norte, Pedro Abrunhosa revela-se inconformado com o estado de coisas. O músico do Porto – que editou recentemente Luz – diz que já não consegue andar sossegado na rua e que só a música interessa (desde que tenha mais do que três acordes). Uma entrevista de língua afiada.

A não perder ainda entrevistas com The Gossip e Arctic Monkeys. Lia Pereira falou com dois dos grandes nomes do momento: Beth Ditto não teve papas na língua; Alex Turner só queria enterrar a língua num sorvete.

Um dos «vencedores» do último Festival Sudoeste, Damian Marley, responde às nossas perguntas. Em P&R, Slash, o mítico guitarrista dos Guns N’Roses – agora nos Velvet Revolver – mostra que ainda é um rebelde.

The Sounds, Fridge e The Pipettes são os nossos Quase Famosos de Setembro. Explicamos também tim-tim por tim-tim o porquê de os discos de vinilo estarem de volta. Novas edições nacionais (e não só) em rodela preta mostram que o formato que muitos julgavam defunto pode estar mais vivo que o CD.

Em Dance Dance Dance, a pista enche ao som dos Dezperados. A dupla de DJs que não quer dar a cara garante que a euforia está bem longe do fim.

No Guia de Setembro, destacamos novos álbuns de Prince, PJ Harvey e Velvet Revolver. Mas há mais: Happy Mondays, The Go! Team, Architecture In Helsinki, Super Furry Animals, Josh Rouse, The Thrills, Biffy Clyro, Shellac, Thurston Moore, Liars, Rihanna, Manu Chao e Kula Shaker, entre outros.

Tudo boas razões para não deixar esgotar a BLITZ de Setembro, Sexta-feira (31 de Agosto) nas bancas.





em cartaz | próximos concertos

31 08 2007





















conceito: pele

26 08 2007


“Quem nunca teve feridas no joelho? Existe um mundo tão grande dentro de cada um de nós, bem no fundo, e somos tanto por dentro: eu, tu: nós todos. Uma cicatriz, a pele rasgada por um amor, uma paixão, um queixo no chão… a dor, o sorriso? Reflexos de quem somos, porque somos. Segredos que se guardam nos poros, por sermos: alguém por dentro. Da pele há o novo e o velho, a cor, a textura, o tacto, a pessoa: o todo. A elasticidade de um qualquer sentimento. E quem nunca rasgou a pele? As histórias que gritam dos poros: para fora. Pedaços daquilo que somos, na pele: por dentro.”


É desta forma infragórica e metafórica que um conceito se distingue pela transformação do sentimento auditivo para um sentimento inexplicável. mas agradável. E á a partir deste conceito, que descobrimos um conceito abstracto de algo que sabemos que é bem concreto: a música.

Os Conceito: Pele são uma banda que usa a língua de Pessoa para se expressar, mas não só. Tudo que se ouve, desde as guitarras, à bateria ao baixo e à voz rouca é usado para se expressarem e o resultado é música portuguesa de qualidade, porosa e de fácil audição, que recomendo, até porque são bandas como esta que, com o merecido reconhecimento, dão um novo e fresco nome à música portuguesa.

O site da banda será brevemente publicado e nele poderão encontrar a biografia. Por agora, fiquem-se pelo que realmente interessa:

MySpace: myspace.com/conceitopele

O 13ª arte informa também que os Conceito: Pele vão actuar no Avante a 8 de Setembro.

Boas Audições!





em cartaz | próximos concertos

23 08 2007






























em cartaz | festival músicas do mar

23 08 2007

Quatro dias, Três palcos, Póvoa de Varzim. Aqui se vão acolher músicos portugueses, da Nigéria, Grécia, Argentina, Itália, Brasil e Espanha. Nas próximas linhas fica a agenda:


Quinta-feira, 30 de Agosto

JOEL XAVIER, no Diana Bar/Casino às 21.00h
TONY ALLEN (Nigéria)Largo do Passeio Alegre às 22.15h

Sexta-feira, 31 de Agosto

O’QUESTRADA (Portugal), no Diana Bar às 21h00
ALKINOOS IOANNIDIS (Grécia/Chipre), no Passeio Alegre às 22h15
DJ SET Álvaro Costa & Raquel Bulha, no Auditório ao Ar Livre às 00.00h

Sábado, 1 de Setembro
ESCALANDRUM (Argentina), no Diana Bar às 21.00h
EDDIE (Brasil), no Passeio Alegre às 22.15h
Bailarico Sofisticado DJ SET, no Auditório ao Ar Livre às 00.00h

Domingo, 2 de Setembro
KUMPANIA ALGAZARRA (Portugal), no Centro da Cidade, às 18.30h
LA TROBA KUNG-FÚ (Catalunha), no Passeio Alegre às 21.30h




mesa com novo álbum

23 08 2007


Os Mesa estão a preparar um novo álbum de originais, apurou o Cotonete.

Fonte da agência da banda revelou ao nosso site que o grupo de ‘Arrefece’ tem já alguns temas alinhavados para o sucessor de “Vitamina” sem, no entanto, adiantar mais pormenores sobre os mesmos.

O longa duração ainda não está concluído, mas prevê-se que chegue aos
escaparates em breve

Por saber está ainda que editora vai lançar o registo, já que os Mesa integram, a par de Sérgio Godinho, Jacinta e Aldina Duarte, o lote de artistas dispensados, há algumas semanas, pela EMI. Ao Cotonete, fonte próxima do grupo revelou que a formação já recebeu algumas propostas.

Mónica Ferraz e João Pedro Coimbra são núcleo duro dos Mesa. Mesa” (2003) e “Vitamina” (2005) foram os álbuns editados, até à data, pelo colectivo, e deram a conhecer temas como ‘Luz Vaga’, ‘Esquecimento’, ‘Mímica Sísmica’, ‘Divagadora’, ‘Deixa Cair o Inverno’ e ‘Vício de Ti’.





16 08 2007

Durante a tarde, o palco Ibero Sounds recebeu as actuações dos Born a Lion e The Right Ons.

18h34 Os portugueses Linda Martini subiram há pouco ao palco principal e trouxeram consigo um dos álbuns mais celebrados da cena alternativa nacional em 2006: Olhos de Mongol está a fazer as delícias do público.

19h00 A actuação dos Linda Martini acaba com uma versão de «Adeus Tristeza», de Fernando Tordo. A banda gravou o tema numa sessão especial para a Antena 3 e apresentou-a, esta tarde, ao vivo em Paredes de Coura, numa leitura com o seu quê de pós-rock.

Muito confortáveis em palco, os Linda Martini mostraram-se emocionados por pisarem um palco que há meros dois anos cobiçaram, da posição de espectadores. O seu concerto foi, estamos em crer, o que mais público chamou, dentre todos os concertos de abertura desta edição do festival, e a descontracção foi tanta que um dos guitarristas dedicou mesmo uma música à sua (ausente) namorada.


20h55 Neste momento, os britânicos Sunshine Underground estão em palco a apresentar o registo de estreia Raise the Alarm . Antes, o palco acolheu a estreia das também britânicas Electrelane, que perante uma plateia não conhecedora da sua música se saíram bastante bem. Os rasgos experimentais a fazer lembrar Sonic Youth, a postura simpática contrastante com uma musicalidade austera e os acessos de rebeldia de uma guitarrista com ar de quem não parte um prato foram argumentos suficientes para convencer a audiência.

As quatro meninas de Brighton apresentaram as canções do mais recente No Shouts, No Calls , sem esquecer temas mais antigos, como «Bells», e uma versão de «I’m On Fire» de Bruce Springsteen. Entre temas quase totalmente instrumentais e duelos de guitarras – enquanto bateria e baixo conversavam calmamente – ouviram-se explosões e cordas arrancadas, que precipitaram um final de concerto apoteótico.

Eis o alinhamento das Electrelane:

Bells
After The Call
U.O.R.
To The East
Birds
Eight Steps
I’m On Fire
Between The Wolf and the Dog
If Not Now, When?
Long Dark


21h12 Os Sunshine Underground brilharam muito a espaços no palco principal. Aos ingleses não faltou empenho (o vocalista Craig Wellington suava abundantemente), mas sim canções da qualidade das dos Rapture, LCD Soundsystem ou até Hot Chip, bandas de cuja sonoridade se aproximam, mas à beira das quais empalidecem. O concerto terá agradado à falange de apoio das primeiras filas e à própria banda, que registou algumas imagens com uma câmara fotográfica, logo nos primeiros minutos do espectáculo.


22h21 Os suecos Peter, Björn & John despedem-se ao som de «Up Against The Wall». A banda deu um espectáculo simpático, alicerçado nas boas canções do álbum Writer’s Block («Amsterdam», que Björn confessou ser uma «cópia» de John Cale; «Let’s Call It Off») e na comunicação com o público, algo naïf mas eficaz.

Algures entre o shoegazing e a pop mais pastoril, os autores de «Young Folks» (o hit de Verão para assobio e campanha publicitária) não têm, porém, dimensão «institucional» para pisar um palco como o de Paredes de Coura a esta hora, e esse défice de estatuto, chamemos-lhe assim, impediu o espectáculo de descolar rumo a outras altitudes.

Destaque ainda para uma versão de «Teen Love», dos Concretes, e para o facto de o vocalista Peter ter tido à sua espera, nas primeiras filas, um entusiasmadíssimo coro de vozes femininas. Pin-up à vista?

Eis o alinhamento do concerto de Peter, Björn & John [ou Peter, Björn & Nino, o baterista que tem substituido, ao vivo, John]:

Let’s Call It Off
See-Through
Far Away, By My Side
The Chills
Start To Melt
Amsterdam
Paris 2004
Young Folks
Teen Love
Objects of My Attention
Up Against The Wall


00h10 Os (ou as) brasileiros Cansei de Ser Sexy (CSS) vieram directamente do Japão para um concerto recebido por uma das grandes enchentes de público da edição deste ano do festival. A banda fez a festa ao som de temas bem conhecidos dos fãs portugueses e nem sequer faltaram balões, confettis e canções cantadas com a ajuda de hélio inspirado de um balão.

Lovefoxxx, a vocalista dos CSS, mostrou toda a sua sensualidade/inocência exóticas num espectáculo em que ficaram a faltar os temas cantados em português (foi especialmente sentida a falta de «Superafim»). O início fez-se ao som do desconhecido «Jager Yoga» e do alinhamento fizeram parte os muito celebrados «Alala», «Meeting Paris Hilton», «Alcohol» e «Let’s Make Love and Listen to Death From Above». Apesar de um concerto curto (para desilusão dos fãs), os CSS ainda tiveram tempo de apresentar a nova «Lindja» e uma versão de «Pretend We’re Dead», das L7.

O alinhamento completo do concerto é o seguinte:

Jagger Yoga
Alala
Fuck Off Is Not the Only Thing You Have to Show
Meeting Paris Hilton
This Month Day 10
Alcohol
Lindja
Patins
Pretend We’re Dead
Off the Hook
I Wanna Be Your J. Lo
Art Bitch
Let’s Make Love and Listen to Death From Above



01h25 Estão em palco os grandes (e verdadeiros) cabeças de cartaz de Paredes de Coura 2007. Os Sonic Youth foram recebidos pela maior moldura humana que o festival viu nos últimos quatro dias. A enchente ajuda Kim Gordon, Thurston Moore e companhia a vibrar com temas que percorrem a carreira de mais de 25 anos dos Sonic Youth. Aquilo que podem ser considerados os grandes êxitos da banda são apresentados freneticamente e acolhidos de forma entusiasta: o hino «Incinerate», o intimista «Do You Believe in Rapture?» e os muitos celebrados «Bull in the Heather» e «Jams Run Free».

Thurston Moore (detentor do segredo da eterna juventude – só pode) e a sempre sedutora Kim Gordon vão-se revezando nas vocalizações, deixando o público histérico a cada troca. Daydream Nation , Rather Ripped e os álbuns-chave da carreira da banda norte-americana foram abordados como prometido: um concerto que percorreu todas as fases dos Sonic Youth. O público que esteve a noite inteira a gritar pelos cabeças de cartaz (deixando os fãs de Cansei de Ser Sexy e os «conhecedores» dos Peter, Bjorn & John à beira de um ataque de nervos) não sairá desiludido com a prestação da banda. O ponto final da edição deste ano do festival faz-se com chave de ouro.

01h50 Depois de um intervalo de charme, os Sonic Youth voltaram ao palco, para gáudio da audiência. Os desvarios instrumentais são acolhidos de braços abertos pelo público que canta em coro tudo o que há para cantar.






Texto: Lia Pereira e Mário Rui Vieira @ BLITZ
Fotos: Antena 3





mão morta com fim possível

14 08 2007

Será a despedida dos Mão Morta?

Pelo menos foi o que acabou de anunciar Adolfo Luxúria Canibal no palco principal de Paredes de Coura. Sem maiores explicações, e em directo para todo o país, o líder e vocalista da banda de “Budapeste” disse que os Mão Morta não podiam deixar de dizer adeus ao rock n’roll em Paredes de Coura, onde actuam pela quinta vez. Verdade ou provocação, tentaremos confirmá-lo.





3º Dia Paredes de Coura 2007 [Actualização Permanente]

14 08 2007

À tarde, pelo palco Ibero Sounds passaram os portugueses Mundo Cão, com o álbum homónimo de estreia e canções como «O Caixão da Razão» a ganhar adeptos – prestação alvo de recepção calorosa por parte do público – e os 6 PM. Destaque, no que toca aos Mundo Cão, para uma versão dos bracarenses Um Zero Amarelo, «Canção de Amigo».


18h45 Os Spoon saem de palco após uma bela actuação que nem a chuva conseguiu arruinar. Típica banda sem nada que a recomende, que não as excelentes cantigas, os autores de Ga Ga Ga Ga Ga são valentes: enfrentaram os cada vez mais fortes pingos de chuva e uma plateia rarefeita para fazerem canções à moda antiga, com piano (eléctrico), pandeireta e um balanço bom, muito bom.

«Don’t Make Me A Target», «Don’t You Evah», «You Got Yr. Cherry Bomb» e «Rhythm and Soul», todas do novo disco, foram excelentes momentos, não só de pop vaporosa como de entrosamento com o povo.

O concerto dos Spoon marcou também a mais consistente aparição, até ao momento, de gabardines no recinto. Aos enfadonhos impermeáveis azuis escuros juntam-se algumas experiências cromáticas mais arriscadas. Para proteger o penteado da chuva, vale tudo, inclusive sacos de plástico.


20h00 Os Gogol Bordello vêem-se forçados a voltar ao palco não para um encore, que o contexto de festival não permite tais veleidades, mas para uma pequena brincadeira com guitarra acústica. Objectivo: congratular o público pela eufórica participação no concerto, o mais agitado do festival até agora.

Poderá ser o cenário a influenciar o nosso discernimento mas, em comparação com o espectáculo de Sines, os Gogol Bordello terão carregado mais na tónica punk da sua música. O baterista, pelo menos, para isso trabalhou…

Líder incontestado da trupe, Eugene Hütz acabou, paradoxalmente, por diluir-se no meio do caos organizado que acontece em palco (dançarinas com bombos, violino, acordeão). De calças vermelhas e atlético tronco nu, é ele quem conduz a carroça, mas todos usufruem da boleia.

A assistir ao concerto estiveram os Spoon, abordados por vários fãs para tirarem fotografias e darem autógrafos, e os New York Dolls, que adiaram algumas entrevistas para poderem ver o show dos Gogol Bordello. Numa das zonas laterais do palco também avistámos os longos cabelos grisalhos de J Mascis, dos Dinosaur Jr.



22h15 Os australianos Architecture in Helsinki saíram de palco há uma boa meia hora e deixaram o público «contente» com a sua pop colorida. Os seis elementos presentes no concerto fizeram a festa, mudando constantemente de instrumentos (a fazer lembrar por breves instantes o que os Arcade Fire fizeram no mesmo palco há alguns anos atrás, mas sem igualarem o brilhantismo da banda canadiana).

Do alinhamento fizeram parte o divertido «It’5» e as recentes «Debbie» e «Heart It Races» – o single de apresentação do novo Places Like This , que fechou o concerto em modo festivo «electro afro». A boa disposição dos Architecture in Helsinki, mesmo em momentos mais calmos, não passou despercebida por entre as gotas de chuva que insistiram em cair.



23h20 A organização acertou em cheio nas previsões meteorológicas: chove e bem em Paredes de Coura.

Adolfo Luxúria Canibal, dos Mão Morta, não teve medo da intempérie e apresentou-se em palco num belo conjunto de calção e t-shirt. Agradecendo a «ajuda» de São Pedro, o líder dos bracarenses mostrou-se encantado com a prestação do público.

«Se eu fosse uma espécie de Papa, que não sou, diria que estais com uma auréola muito estranha, pois apesar da chuva e da lama, conseguis levantar poeira», disse a cera altura. «Sobretudo para um não-crente, é milagre!».

Enigmáticas foram as declarações de Canibal sobre este ter sido o «adeus» dos Mão Morta ao rock. Estará a banda disposta a trocar as guitarras pelos palcos do teatro?…

«Para vocês ficarem com uma memória nossa», explicou Canibal antes da despedida com «Anarquista Duval». A chuva caía copiosamente e a dúvida ficou a pairar no ar, húmida e pesada…


01h15 Depois de um curioso e prolongado linecheck, os norte-americanos New York Dolls entraram em palco com a atitude confiante de quem volta a casa (o palco, entenda-se) estampada na cara. Ressuscitada o ano passado depois de mais de 30 anos afastada do estúdio, a banda encabeçada por David Johansen veio a Paredes de Coura apresentar o álbum One Day It Will Please Us to Remember Even This , sem esquecer no entanto temas mais antigos.

«Looking for a Kiss» (a abrir), «Frankenstein», «Pills», «Private World» (dedicada ao falecido baixista Arthur Kane) e a incontornável «Personality Crisis» (já no encore) foram retiradas do baú de recordações, entre momentos blues – com harmónica a acompanhar – que rapidamente resvalaram para rock.

Do novo registo, a banda de Sylvain Sylvain (o guitarrista que, em declarações à BLITZ antes do concerto, confidenciou que Johansen é confundido com Mick Jagger em aeroportos) apresentou «We’re All in Love», «Plenty of Music» e «Dancing on the Lip of a Volcano», entre outras. Ao terceiro tema, no entanto, os New York Dolls decidiram homenagear aquela que garantiram ser a sua banda preferida… Janis Joplin foi recordada com uma versão de «Piece of My Heart».


2h57 Os Dinosaur Jr estão prestes a despedir-se de Paredes de Coura. Naquela que foi a segunda passagem da banda americana por Portugal em pouco mais de dois anos, caminharam lado a lado temas do novo Beyond e «oldies» como «The Wagon» ou «Feel The Pain».

Nem a idade das canções nem a dos músicos foi, porém, relevante num espectáculo que arrancou pelas duas da manhã, debaixo de um aguaceiro de belíssimo efeito. Quem resistiu ao adiantado da hora e à chuva (e ainda houve muitos valentes!) soube aproveitar um óptimo concerto – se ao final da tarde os Spoon presentearam o Minho com pop à moda antiga, às primeiras horas da madrugada os Dinosaur Jr lembraram o indie rock como já não se faz. Bateria seca de Murph, a guitarra de J Mascis a explodir na parede de amplificadores e o baixo de Lou Barlow a pulsar pelo anfiteatro fora. Tudo soou tão estridente e certo como devia, inclusive os novos temas, escritos após quase 10 anos de separação.

«Almost Ready», «Back To Your Heart» e «This Is All I Came To Do», bem como a versão de «Just Like Heaven», dos Cure foram apresentados com a frescura das cinco da tarde e a energia dos 20 anos. Bem que Lou Barlow explicou à BLITZ, pouco antes do concerto, que o segredo do regresso bem sucedido foi mesmo a «muita energia» que o trio acumulou durante os anos em que esteve separado.

Entre canções, os Dinosaur Jr pouco comunicaram, mas Lou Barlow, o amante de gatos, ainda miou umas saudações bem intencionadas. Paredes de Coura, ou o que restava dela, ronronou de prazer.

Texto: Capitão Romance e Lia Pereira e Mário Rui Vieira @ BLITZ
Fotos: Antena 3





2º Dia Paredes de Coura 2007 [Actualização Permanente]

13 08 2007

17h55 Foram poucos mas bons os espectadores que celebraram o concerto de Slimmy no palco Ibero Sounds. O português não se acanhou, pôs o ombro ao léu e mostrou as músicas do seu primeiro disco, acompanhado por bateria, baixo e teclas.

O sol ainda forte impediu grandes intimidades (o público manifestava-se, apenas, a partir de uma certa «distância de segurança»), mas o concerto soou bem oleado e foi recebido com entusiasmo. Slimmy despediu-se ao som de «Self Control», agradecendo o voto de confiança gritado por alguém no público: «Até para o ano, caral…!».

Na assistência, Miguel Ângelo também pareceu apreciar as cantigas electro-rock do artista do Porto.

Às 18h00, os espanhóis The Blows mostraram o seu garage rock no palco Ibero Sounds.

Aos New Young Pony Club coube a honra de abrir o palco principal da edição deste ano do Heineken Paredes de Coura. Estreante em Portugal, a banda liderada por Tahita Bulmer apresentou Fantastic Playroom , primeiro registo de originais ainda inédito no nosso país. Os destaques de um concerto enérgico, com a banda a revelar uma atitude punk chic , vão directos para os singles «The Bomb» e «Ice Cream», para o sexualmente ambíguo «Jerk Me» e para um bem engendrado «Tight Fit» – tema que faz jus ao rótulo de new rave, que a banda insiste em desmentir. O baixo forte, a simpatia e sensualidade da vocalista e a energia característica de uma banda em início de carreira fizeram com que os New Young Pony Club conquistassem novos adeptos entre o público nacional.


Os texanos Sparta chegaram a Portugal com três álbuns na bagagem, sendo Threes o mais recente (2006), e conquistaram o público com o seu rock semi-cabeludo e guitarras vertiginosas. O desespero na voz do vocalista Jim Ward – por vezes transfigurada em vómitos de raiva – e a energia pulsante dos movimentos agressivos do baterista – devidamente acompanhados pelos relampejantes strobes – ajudaram a criar uma atmosfera apoteótica. O alinhamento de onze temas contemplou maioritariamente canções de Threes , destacando-se «Taking Back Control», «Crawl» e «Untreatable Disease». A despedida fez-se ao som de «Air», do primeiro registo da banda, com Ward a saltar para o fosso e a agradecer pessoalmente ao público com incontáveis «Thank You».



Há poucos minutos, os Blasted Mechanism deram por encerrado um concerto que levou à loucura sensivelmente metade do auditório de Paredes de Coura, muito bem composto. A partir da mesa de mistura, a euforia era menos comum do que nas primeiras filas, mas no geral a recepção do público a Karkov e companhia foi muito positiva. Como é hábito, a banda surgiu num ambiente de magia e misticísmo, que invadiu o recinto, muito ajudado pelo fumo e pelas luzes que emergiam do palco. Com um set up um pouco distinto dos concertos em nome próprio, a participação dos portugueses neste festival acabou por ser muito bem conseguida, pesem embora alguns problemas técnicos nos momentos iniciais, tendo o concerto terminado em grande, com um alto nível de energia, que contrastou com uma quebra, sensivelmente a meio do concerto.

00h00 M.I.A. despede-se de Paredes de Coura dando o corpo ao manifesto, ou seja, fazendo crowdsurfing nas primeiras filas do anfiteatro.

Apesar da inquietação que confessara à BLITZ sentir, por se estrear em Portugal num palco tão grande, a autora de Arular conseguiu agitar e surpreender na mesma medida. Acompanhada por uma MC bem ginasticada e por um DJ com todas as batidas e os samples dos seus temas, Mathangi (o seu nome de baptismo) apresentou os novos «Bird Flu», «Boyz» e «Jimmy», bem como os êxitos do primeiro álbum «Galang», «Bucky Done Gun» ou «Pull Up The People».

A postura descontraída (subiu às colunas, entabulou conversa com o público) e o humor de M.I.A. ter-lhe-ão rendido alguns novos fãs, naquela que foi uma aposta arriscada da organização, uma vez que o público de Paredes de Coura é, usualmente, mais afecto ao rock de guitarras.



Depois da «guerrilheira» de cabelos roxos, sobem ao palco Pete Doherty e os seus Babyshambles.

00h42 Pete Doherty não só veio mesmo (de comboio, segundo o Jornal de Notícias) como trouxe pelo menos um êxito dos Libertines, «Time For Heroes». O «brinde» caiu bem aos muitos fãs que se concentram junto às grades e festejam a primeira visita do «enfant terrible» inglês a território nacional.

01h10 Sem guitarrista (segundo Doherty, as autoridades britânicas não autorizaram a sua saída do país), os Babyshambles continuam em palco. Já choveram objectos não identificados, já houve problemas com a guitarra do grande protagonista da noite e um técnico a entrar em palco repetidamente para tentar solucioná-los. Entre o público há um pouco de tudo: os fãs, os curiosos, os espantados e os completamente fora de si. A total indiferença é que parece não morar em terras de Paredes de Coura. Pete Doherty conseguiu decididamente destacar-se no segundo dia do festival.

«Killamangiro» e «What Katie Did», dos Libertines, são algumas das músicas que mais alegram o contingente de fãs.

01h18 Perante a insistência do público, os Babyshambles regressam para um encore. «Fuck Forever» é o tema escolhido para o «reencontro». «Can’t Stand Me Now», do segundo álbum dos Libertines, também marca presença neste vitaminado regresso a palco.



Depois de encerradas as actividades no palco principal, os resistentes mudaram-se para o After-Hours. Em palco estiveram os canadianos Crystal Castles com o seu electro trash com pinceladas de jogos de computador. A saltitante vocalista entreteve o público durante pouco mais de meia hora e saiu de palco de rompante, levando consigo os restantes membros da banda. «Crimewave» e «Air War» não ficaram de fora do curto alinhamento. A noite já ia longa, mas houve ainda tempo para subirem ao palco secundário os norte-americanos Guns n’ Bombs

Fontes: BLITZ, Sic Radical e Antena 3





Paredes de Coura: Mando Diao cancelam concerto

13 08 2007
Segundo a organização, na origem do cancelamento está o facto de o vocalista da banda, Gustaf Norén, se encontrar doente.

Em virtude do cancelamento, os horários deste segundo dia de Paredes de Coura sofreram alterações; os New Young Pony Club começam a tocar às 19h00, e não às 18h00, e também a actuação dos Sparta deverá arrancar um pouco mais tarde do que fora anunciado.

Lia Pereira @ BLITZ





Rock e electro inauguraram Paredes de Coura

13 08 2007

O último dos grandes festivais de Verão teve início ontem, onde acolheu durante a tarde os primeiros espectadores. Os momentos altos do início do Paredes de Coura registaram-se, contudo, durante a noite, ao longo da festa de recepção no palco After Hours, o único com actuações ontem, por onde passaram Sizo, Devotchka, Simian Mobile Disco e DJ Fra.

Por volta das 22h30m, o rock dos Sizo já emanava do palco After Hours, tendencialmente dedicado à música de dança mas que no dia de inauguração da edição deste ano do festival incluiu outras sonoridades, uma vez que foi o único a acolher actuações. Foi ao som da banda que os recém-chegados festivaleiros iniciaram o primeiro ciclo de concertos do evento, entre conversas, copos e algum frio – a tarde amena é enganadora, pois esconde uma noite gélida e exigente. A atmosfera tranquila verificada ao longo do dia foi da dando lugar a uma energia e dinamismo que antecipam alguns momentos de descarga durante o festival. Devotchka
O espectáculo dos Devotchka ajudou a reforçar essa ideia, uma vez que o grupo norte-americano chegou, viu e venceu, servindo um rock alternativo de tempero cigano e mariachi que parece ter agradado a grande parte do público que se foi acumulando nas proximidades do palco. Com uma música festiva que cruza várias origens geográficas, a banda ofereceu motivos suficientes para que os aplausos dos espectadores fossem recorrentes, apostando numa sucessão de canções que resultam bem ao vivo e convidam à disseminação de poeira pelo recinto, consequência natural do entusiasmo dos fãs que terão consolidado ou conquistado.

A energia manteve-se logo a seguir com o DJ set de Jas Shaw, metade dos Simian Mobile Disco, que em vez de fechar a noite como previsto actuou pela uma da manhã, debitando duas horas de electro e techno, investindo assim num formato menos pop do que o do disco do seu projecto. Simain Mobile DiscoComeçou com “Sleep Deprivation, o tema que inaugura o álbum de estreia “Attack Decay Sustain Release”, canção que faz jus ao nome já que é difícil sentir qualquer resquício de sono ao ouvi-la. O restante alinhamento contemplou essencialmente canções de terceiros, casos de remisturas de nomes como Björk ou DJ Mehdi, ainda que dois singles dos Simian Mobile Disco tenham sido alvo de atenção: “It’s the Beat” e “Hustler”, vendavais dançáveis que geraram um elevado número de saltos por minuto entre o público.
Próximo dos Soulwax (formato nite versions) e dos Digitalism, o set foi sempre eficaz embora por vezes algo redundante, faltando-lhe o eclectismo que o seu autor revela em disco. DJ Fra deu continuidade aos tons dançáveis a partir das três e meia e continuou a animar os muitos resistentes durante a madrugada, prevendo-se por isso que hoje muitos festivaleiros irão acordar bem tarde. Público a dançar

Recomenda-se, no entanto, que não acordem tão tarde ao ponto de perderem a estreia dos New Young Pony Club em palcos portugueses, ou não fosse o grupo britânico o criador de um dos mais refrescantes discos do ano, “Fantastic Playroom”, exemplo de indie pop inteligente e imaginativa. A banda actua no palco principal, o Heineken, às 18h, sendo seguida pelos Sparta (19h), Mando Diao (20h10), M.I.A. (23h) – outra estreia em Portugal a não perder – e Babyshambles (00h30). No palco Ruby – ou jazz na relva – actua Zappa, no Ibero Sounds há Slimmy e The Blows, e para o After Hours ficam os Guns n’ Bombs e os Crystal Castles, estes últimos – mais uma estreia num festival cheio delas – capazes de oferecer um espectáculo incendiário, moldado por electrónicas cruas e agressivas.

Gonçalo Sá @ SAPO Notícias





Poesia no festival Paredes de Coura

11 08 2007


Além do cartaz musical e do ciclo de cinema , o festival Heineken Paredes de Coura também vai ter poesia este ano (à semelhança de 2006). As declamações terão lugar no palco que contará também com prestações de jazz e yoga.

Pelo Palco Ruby, vão passar então nomes como Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta, na foto), Isaque Ferreira, Alberto Serra e Valter Hugo Mãe. A iniciativa intitula-se «A Tarde é um Objecto Cardíaco» e tem início às 15h00. Segundo o Correio da Manhã, o líder dos Mão Morta vai apresentar o poema «Braga, Meu Amor», presente no disco Estilhaços .

Mário Rui Vieira (BLITZ)





Paredes de Coura: ciclo de cinema dedicado à música

11 08 2007


Stop Making Sense é o nome de uma nova iniciativa realizada no âmbito do festival Heineken Paredes de Coura. Este ano o evento também tem cinema: vão ser exibidos sete documentários num ciclo dedicado à música. Estão programadas as exibições de filmes sobre os Heróis do Mar, The Polyphonic Spree, Pixies, Beastie Boys, os festivais de Glastonbury e Sonar e a história do punk rock norte-americano.

O cartaz e as horas de exibição dos filmes são os seguintes:

Dia 12 de Agosto
Brava Dança , de Jorge Pires e José Pinheiro (15h00)

Dia 13 de Agosto
The Polyphonic Spree – Raise Your Ears and Hold Onto Your Heart (11h00)
Glastonbury , de Julien Temple (15h00)

Dia 14 de Agosto
Sonar Around the World (11h00)
The Pixies – LoudQuietLoud , de Steven Cantor e Matthew Galkin (15h00)

Dia 15 de Agosto
American hardcore – The History of American Punk Rock 1980-1986 , de Paul Rachman e Steven Blush (11h00)
Beastie Boys – Awesome, I Fucking shot that , de Adam Yauch (15h00)

Mário Rui Vieira (BLITZ)





SIC Radical assegura transmissão de Paredes de Coura

11 08 2007


À semelhança de anos passados, a SIC Radical vai assegurar a transmissão do festival Heineken Paredes de Coura. Quem não puder estar presente no festival e tiver televisão por cabo poderá acompanhar as emissões especiais do canal privado.

Entre 13 e 15 de Agosto, a estação vai emitir directamente de Paredes de Coura vários programas ligados ao festival (entre as 15h00 e as 02h00). Às 15h00, é transmitido o programa «Flash News», meia hora depois vai para o ar o «Curto Circuito» e às 18h00 são transmitidos os concertos. Algumas das actuações podem não ser transmitidas em directo pelo que poderão ser feitos alguns acertos na grelha do canal.


Mário Rui Vieira (BLITZ)





em cartaz | próximos concertos

9 08 2007









paredes de coura ‘07 | horários

8 08 2007


O festival Heineken Paredes de Coura começa já no próximo domingo 12 e prossegue até dia 15. Como cabeças de cartaz, temos BabyShambles, Dinosaur Jr. e Sonic Youth , mas têm também actuação marcada os Simian Mobile Disco, M.I.A., New York Dolls e Cansei de Ser Sexy, entre muitos outros. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais por €40 (1 dia) e €70 (4 dias).

O alinhamento e os horários de actuação das bandas são os seguintes:

12 de Agosto

Palco After Hours (02h00)
03h00 – 06h00 DJ Fra
01h00 – 03h00 Simian Mobile Disco
23h30 – 00h30 Devotchka
22h00 – 23h00 Sizo

13 de Agosto

Palco Ruby (16h00)
16h00 – 17h00 ZAPPA_Low Budget Research Kitten

Palco Ibero Sounds (17h00)
17h30 – 18h00 The Blows
16h30 – 17h00 Slimmy

Palco Heineken (18h00)
00h30 BabyShambles
23h00 – 00h00 M.I.A.
21h30 – 22h30 Blasted Mechanism
20h10 – 21h10 Mando Diao
19h00 – 19h50 Sparta
18h00 – 18h45 New Young Pony Club

Palco After Hours (02h00)
03h15 – 05h30 Guns n’ Bombs
02h00 – 03h00 Crystal Castels

14 de Agosto

Palco Ruby (16h00)
16h00 – 17h00 Paulo Barros 4tet

Palco Ibero Sounds (17h00)
17h20 – 18h00 Mundo Cão
16h30 – 17h00 6 PM

Palco Heineken (18h00)
00h45 Dinosaur Jr.
23h00 – 00h25 New York Dolls
21h20 – 22h20 Mão Morta
20h10 – 21h00 Architecture In Helsinki
19h00 – 19h50 Gogol Bordello
18h00 – 18h45 Spoon

Palco After Hours (02h00)
03h15 – 05h30 DJ Jean Nipon (DJ Ai)
02h00 – 03h00 Foreign Islands

15 de Agosto

Palco Ruby (16h00)
16h00 – 17h00 Fanfarra Recreativa e Improvisada Colher de Sopa

Palco Ibero Sounds (17h00)
17h30 – 18h00 Born A Lion
16h30 – 17h00 The Right Ons

Palco Heineken (18h00)
00h45 Sonic Youth
23h00 – 00h25 Cansei de Ser Sexy
21h20 – 22h20 Peter, Bjorn & John
20h10 – 21h00 The Sunshine Underground
19h00 – 19h50 Electrelane
18h00 – 18h45 Linda Martini

Palco After Hours (02h00)
03h15 – 05h30 Boys Noize
02h00 – 03h00 U-Clic

O festival será seguido em actualização permanente, durante os 4 dias do festival. Infelizmente, entre o dia 11 e 25 de Agosto, será a única informação que o 13ª arte trará aos leitores, pois entra em período de férias.





super bock surf fest | horários

8 08 2007


O Super Bock Surf Fest realiza-se na próxima semana, dias 15 e 16 de Agosto, e tem como cabeças de cartaz a britânica Lily Allen e o alemão Gentleman, acompanhado pela Far East Band. O festival realiza-se na Praia do Tonel, em Sagres, e os bilhetes, à venda nos locais habituais, custam €30 para 1 dia e €40 para 2 dias.

O cartaz completo e os horários das actuações são os seguintes:

Dia 15 de Agosto

00h40 Lily Allen
22h45 Dub Incorporation
20h50 Midnite
19h10 Jamaram
18h00 Quaiss Kitir

Dia 16 de Agosto

00h40 Gentleman & the Far East Band
22h45 Capleton
20h50 Mad Caddies
19h10 Culcha Candela
18h00 B!rd





videoclip: thanatoschizo | 4th album studio sessions

7 08 2007




em cartaz | próximos concertos

7 08 2007











videoclip: mundo cão | o caixão da razão

4 08 2007

Os Mundo Cão já têm novo videoclip. De nome “O Caixão da Razão”, este é o último teledisco até à data da banda liderada por Pedro Laginha:





em cartaz | próximos concertos

4 08 2007